Não pediste que eu ficasse tampouco que fosse embora. Já não sei o que sinto tampouco o que penso. Queria eu ser resistente e não fraquejar aos teus toques. Queria, ainda, te dizer: arruma tuas coisas, põe na mala. Já que o destino te levou de mim, ou, se eu acreditei nessa impossibilidade de te ter, é hora de ir embora. Existem muitos amores, afetos e carinhos me esperando, e a você, só desejo que tenhas paz. Se o maior dos dons é amar, eu te digo: continuo te amando das mais variadas formas, como amante e vigilante, como poeta e mendigo, te amo até se possível, sem coração. Queria te querer sem medo, ou até mesmo sem nada. Sem amor, principalmente.
domingo, 27 de novembro de 2011
Sem hora, Sem tempo
Não pediste que eu ficasse tampouco que fosse embora. Já não sei o que sinto tampouco o que penso. Queria eu ser resistente e não fraquejar aos teus toques. Queria, ainda, te dizer: arruma tuas coisas, põe na mala. Já que o destino te levou de mim, ou, se eu acreditei nessa impossibilidade de te ter, é hora de ir embora. Existem muitos amores, afetos e carinhos me esperando, e a você, só desejo que tenhas paz. Se o maior dos dons é amar, eu te digo: continuo te amando das mais variadas formas, como amante e vigilante, como poeta e mendigo, te amo até se possível, sem coração. Queria te querer sem medo, ou até mesmo sem nada. Sem amor, principalmente.
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Uma melodia de palavras.
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